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Gente fina, elegante e sincera

Crie um subtítulo para o post no blog que resume numa frase curta e atraente o seu post. Assim seus leitores vão querer continuar a ler.


No congestionamento a rádio toca rock anos 80. Canto com Lulu: “Eu vejo um novo começo de era, de gente fina elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não...”. Caramba, a música descreve o comportamento assertivo!


Sento para escrever esse artigo. Como não sei o nome da música, “googlo” “gente fina, elegante e sincera” e descubro que é Tempos Modernos, de 1982. Na busca vem também o texto da Martha Medeiros, da crônica Gente Fina, que reproduzo em parte abaixo:

“Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera. O que mais se pode querer? Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e, como o próprio nome diz, não engrossa. Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros.

Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra. Gente fina é que tinha que virar tendência. Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença.”


É isso, eis o assertivo! Alguém que fala com habilidade e naturalidade o que pensa, porém, de maneira gentil, estendendo essa fineza também a gestos e expressões faciais. Deixando claras as suas verdadeiras opiniões e preferências, elas fazem com que seus ouvintes as conheçam bem e, por esta razão, saibam como lidar com elas na maioria das situações. Essa previsibilidade cria um clima de segurança psicológica bastante saudável para as relações.

O termo assertividade vem da palavra asserção, que significa afirmação, especificamente no sentido de afirmar a si mesmo, se impor, dar sua opinião, buscar seus direitos, ser atuante e poder fazer escolhas. Sim, se impor, mas atenção para a forma como se faz isso: sempre levando em consideração o bem-estar do outro. Para ser assertivo, o comportamento precisa atender a essa premissa.


O comportamento assertivo envolve também a expressão de sentimentos positivos, pois há pessoas que ficam constrangidas em fazê-lo, e negativos sem ansiedade exacerbada. É claro que ninguém expressa sentimentos negativos como se falasse do clima. Uma dose de ansiedade é esperada, mas ela não deve ser paralisante ou fazer o sujeito gaguejar tanto que perca o rumo.


Além de preservar o bem-estar do outro, para ser assertivo, o comportamento deve ser socialmente apropriado, isto é, o que é considerado assertivo aqui pode ser ofensivo nos países asiáticos, assim como em certas culturas como a alemã e americana, a forma de comunicação mais direta é, às vezes, vista pelos latinos como nós como grosseira. Em solo estrangeiro, muita leitura do ambiente! Na verdade, ler o ambiente é necessário onde você estiver, pois, há também ocasiões nas quais agir assertivamente talvez não seja socialmente apropriado como quando a outra pessoa acaba de receber uma noticia triste ou está sofrendo por alguma situação ruim.


Às vezes dizemos que tal pessoa é assertiva, mas eu considero bem mais apropriado dizermos que fulano agiu assertivamente ou seu comportamento foi assertivo, pois, ninguém age de forma assertiva em todas as situações e com todas as pessoas. De acordo com a nossa história e nossas crenças, há situações em que estamos bastante confortáveis, mas outras nos deixam muito ansiosos e ora engolimos sapo, ora agimos de forma agressiva. A boa notícia é que, conscientes das circunstâncias que nos trazem aflição ou desconforto, podemos aprender comportamentos mais adequados para os nossos propósitos.

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